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Acabei de revisar os rankings de desenvolvimento africano e sempre me chama a atenção o mesmo. Todos falam dos mesmos cinco: África do Sul, Egito, Nigéria, Marrocos e Quénia. Sim, tecnicamente são os países mais desenvolvidos de África e os seus vizinhos mais próximos em termos de PIB e infraestruturas. Mas aqui é onde a maioria se engana.
A realidade é que medir desenvolvimento apenas por números tradicionais é ficar na superfície. O país mais desenvolvido de África na teoria não é necessariamente onde vão estar as oportunidades reais na próxima década.
Pensa assim: enquanto todos celebram os números do PIB, há algo muito mais importante a acontecer em segundo plano. Os que vão dominar não serão apenas aqueles que têm os números mais altos hoje. Serão aqueles que controlarem o que realmente importa em 2035.
Tecnologia. Energia. Finanças digitais. Inovação disruptiva. Isso é o que vai separar os vencedores daqueles que ficam para trás.
África não está atrasada, isso é importante entender bem. Está em plena construção. É como ver um terreno antes de levantar o edifício. Os que percebem isso agora, os que estão a ver onde realmente flui o capital e a inovação, esses vão estar anos à frente.
Não é só sobre PIB. É sobre quem se posiciona nos setores que vão explodir. Fintech, energias renováveis, infraestrutura digital.
Portanto, a verdadeira questão não é qual é o país mais desenvolvido agora. A questão é: onde vês o maior potencial de transformação nos próximos 10 anos? Onde achas que vão fluir os recursos e a inovação? Isso é o que importa.
Em qual apostas tu?