Então, se estás curioso para experimentar a mineração de criptomoedas pelo smartphone, sabes que existem várias aplicações gratuitas de criptomoedas disponíveis. Basicamente, estas aplicações usam a potência de cálculo do teu telefone para gerar hashrate e aumentar as probabilidades de minerar blocos. Vejamos quais são as mais populares em 2026.



CryptoTab foi uma das primeiras a oferecer esta funcionalidade. Instalas a aplicação, inicias a mineração e ela começa automaticamente a extrair Bitcoin para ti. Uma vantagem interessante é o sistema de referência: convidar amigos através de um link e ganhar mais se aceitarem. Depois há a mineração na nuvem, oferecida por várias exchanges conhecidas, onde compras diretamente hashrate dos seus pools e recebes as recompensas na tua carteira. Existem pacotes com durações diferentes, pelo que podes escolher consoante o teu orçamento.

StormGain é outra opção popular para mineração na nuvem, apreciada pela interface simples e segurança dos teus ativos. O único incómodo é que requer reiniciar a cada 4 horas, o que pode cansar quem minera ativamente. NiceHash, por sua vez, é uma aplicação gratuita que te permite gerir as tuas operações de mineração e ordens de hashrate. Tem uma função de cálculo de rendimento muito útil, tanto para iniciantes como para veteranos. A segurança está no topo, embora seja aconselhável ativar a autenticação de dois fatores antes de começar. Bitdeer é a escolha de quem leva a sério: permite extrair várias criptomoedas com planos tarifários variáveis e acesso a plataformas profissionais.

Estas aplicações gratuitas de criptomoedas (ou a baixo custo) estão entre as mais usadas para mineração móvel. Tenha em conta que os termos de uso mudam, por isso verifica as atualizações dos fornecedores para estar atualizado.

Mas a verdadeira questão é: compensa realmente fazer mineração pelo telefone? Depende do teu ponto de vista. Há quem defenda que não vale a pena devido à competição acirrada, ao tempo necessário (mediamente 8 horas por dia) e aos riscos de fraude. Mas há também quem veja de forma diferente: para eles, a mineração via smartphone é uma forma simples e acessível de ganhar algo. Provavelmente, eles veem as perspetivas futuras do crypto mining, graças aos avanços de hardware, às novas criptomoedas e algoritmos, e à crescente atenção à sustentabilidade das blockchains. A escolha é tua, mas faz uma pesquisa séria antes de decidir.

Se queres experimentar no Android, é fácil: escolhe uma aplicação gratuita de criptomoedas como CryptoTab ou Bitcoin Miner, instala, cria uma conta, configura tudo (seleciona Bitcoin, insere o endereço da carteira, escolhe o pool), depois dá start e monitora o processo. No iPhone é mais complicado devido às limitações de hardware e à política rígida da Apple sobre mineração. A solução é usar aplicações de mineração na nuvem: instala, cria uma conta, seleciona a potência de hash a alugar, conecta a carteira e começa.

Quanto às criptomoedas mais fáceis de minerar em 2026, os utilizadores recomendam Monero (XMR), Dogecoin (DOGE), Vertcoin (VTC) e Ravencoin (RVN). Considera, no entanto, o custo de eletricidade na tua zona e o valor de mercado da moeda. Um Bitcoin, em média, requer 10 minutos de mineração, mas com um smartphone o tempo aumenta bastante devido à potência limitada. Para acelerar, é necessário equipamento especializado ou serviços de nuvem.

Resumindo, as aplicações gratuitas de criptomoedas existem e funcionam, mas lê bem o que estás a fazer antes de começar. Deixa um comentário se o artigo te foi útil!
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