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Juiz brasileiro bloqueia tirolesa do Pão de Açúcar
Juiz brasileiro bloqueia teleférico do Pão de Açúcar
23 minutos atrás
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Vanessa Buschschlüter
Um teleférico tem ligado o Morro da Urca ao Pão de Açúcar desde 1912. A tirolesa foi planeada para correr paralelamente a ele.
Um juiz no Brasil bloqueou um projeto para construir uma tirolesa que ligasse a famosa montanha do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, a uma colina próxima, o Morro da Urca.
O promotor da atração afirmou que permitiria aos visitantes descer do Pão de Açúcar a velocidades de quase 100 km/h (62 mph) através de quatro tirolesas, cobrindo uma distância de 755 metros (0,47 milhas).
O projeto — que começou há quatro anos — provocou protestos por parte de moradores e ambientalistas, que argumentaram que as obras de construção estavam a causar danos irreparáveis ao Património Mundial da UNESCO.
Espera-se que o promotor recorra da decisão.
Moradores e ambientalistas organizaram protestos contra o projeto
Gricel Osorio Hor-Meyll, uma das ativistas que liderou a campanha contra a tirolesa, disse à agência de notícias AFP que a decisão foi “uma vitória enorme”.
Os opositores à atração argumentaram que, para construir as plataformas necessárias para aceder à tirolesa, seria preciso escavar a rocha no topo do Pão de Açúcar.
A empresa que gere o local afirmou que a escavação seria mantida ao mínimo, utilizando áreas com construções existentes.
O projeto tinha a aprovação tanto da Câmara Municipal do Rio quanto do Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Como parte da decisão de terça-feira, o juiz ordenou que o IPHAN e o promotor do projeto pagassem 30 milhões de reais ($5,77 milhões, £4,35 milhões) em indemnizações, salientando o “valor inestimável do Pão de Açúcar, não só para os brasileiros, mas para as pessoas em todo o mundo”.
O projeto tem estado no centro de uma batalha legal há anos, tendo a construção sido interrompida várias vezes enquanto a empresa defendia o seu caso em tribunal.
Em janeiro, as obras foram retomadas após o tribunal superior ter decidido que a paralisação causaria mais danos do que a conclusão do projeto nesta fase avançada.
Afirmaram ainda que o projeto estava 95% concluído.
Essa decisão foi agora revertida pela decisão de terça-feira.
No entanto, o processo legal deverá continuar, com a empresa responsável pelo projeto a apresentar um recurso.
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